2 de setembro 2010
Lisboa - O futuro da operação da portuguesa SAG - Soluções Automóvel Globais no Brasil poderá passar por um acordo com a Votorantim e o banco Itaú, empresas que são apontadas como potenciais investidores na Unidas, de acordo com a edição de hoje do "Diário Económico".
O jornal português escreve que o grupo Votorantim e o fundo Kinea, pertencente ao Banco Itaú, são as duas entidades com quem a SAG está a negociar o futuro da sua participada brasileira Unidas. No caso da Votorantim, que já é accionista de referência da cimenteira portuguesa Cimpor, a entrada na Unidas seria por meio da unidade de crédito automóvel do Banco Votorantim.
A mesma fonte, que indica que tem havido negociações entre as três partes (SAG, Votorantim e Itaú), refere ainda a possibilidade de a entrada de novos sócios brasileiros ser feita através de um aumento de capital.
Esta semana a imprensa brasileira noticiou que a SAG estaria em processo de venda da Unidas, devido aos problemas financeiros da companhia.
A SAG, que acumulou no primeiro semestre um prejuízo de R$ 35,5 milhões no Brasil, comunicou ao mercado que nos planos que já reportou sobre o futuro da Unidas não está incluída a hipótese de venda das suas acções na empresa brasileira. O comunicado da SAG, contudo, não punha de parte a entrada de novos sócios na Unidas, pelo que o aumento de capital seria uma hipótese (ainda não confirmada pelo grupo português).
Fonte: PORTUGAL DIGITAL